Willis Carrier criou o mecanismo que mudou para sempre a relação do homem com o calor: o ar condicionado

Nos dias de calor se fala muito dos remédios para suportá-lo da melhor maneira possível. Dentre todas as opções uma se destaca notavelmente: o ar-condicionado. Ele e seu inventor são reverenciados nas cidades nas quais a temperatura passa dos 40°. Na Espanha, moradores de Sevilha, Málaga e Córdoba costumam mostrar seu agradecimento público a Willis Carrier, esse homem que torna suas vidas mais agradáveis. Exaltá-lo, colocar seu nome em uma rua e equipará-lo a gênios como Stephen Hawking. Esse é o nível de glorificação causado pelo calor extremo.

O ar-condicionado apareceu nos Estados Unidos graças a esse engenheiro elétrico que se especializou em sistemas de calefação trabalhando para a Buffalo Forge — uma empresa que fabricava aquecedores e diversos elementos para o trabalho com o ar. Os primeiros protótipos desse aparelho que alivia o sufoco de milhões de pessoas foram feitos em 1902.

Carrier criou as bases do mecanismo ao buscar uma solução para os problemas que a umidade e o calor causavam a um de seus clientes, o dono de uma tipografia do Brooklin. A solução, industrial em um primeiro momento, foi aperfeiçoada mais tarde — 1940 — para o uso doméstico. Assim, até chegar ao que conhecemos hoje por ar-condicionado: aparelhos que pegam o ar quente dos ambientes e, através de refrigeradores, o transformam em ar frio.

Leia o artigo completo em El País

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